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22/11/2018 - 18:05
Por crime bárbaro casal pega mais de 92 anos de prisão
Crime aconteceu em 2017

Foram condenados, pelos crimes de latrocínio e ocultação de cadáver, os réus Diego Antonio da Silva, de 27 anos e Rita de Kassia Ledesma Ferreira, de 25 anos, ambos acusados de matarem as vítimas Paulo Mariano Pinto e Marilene Ledesma Ferreira. O julgamento foi realizado pelo Juiz de Direito André Luiz Monteiro.

O caso, semelhante ao de Suzane Von Richthofen, ocorreu em Corumbá, no dia 10 de novembro de 2017, momento em que Rita de Kassia Ledesma Ferreira e seu namorado Diego Antonio da Silva premeditaram o assassinato da mãe e padrasto de Rita, para que pudessem vender a casa das vítimas e os bens domésticos que pertenciam à casa do casal.

A denúncia foi oferecida pelo Promotor de Justiça Anthony Allison Brandão Santos e a instrução conduzida pelo Promotor de Justiça Fábio Adalberto Cardoso de Morais, designado para responder pela 4ª Promotoria de Justiça de Corumbá, que requereu a condenação dos réus de acordo com a denúncia. Já a defesa foi feita pela Defensoria Pública.

O juiz André Luiz Monteiro condenou Rita de Kassia Ledesma Ferreira em 46 anos e 9 meses de reclusão e ao pagamento de 310 dias-multa, no valor unitário de 1/30 avos do salário mínimo vigente ao tempo do fato. Já o réu Diego Antonio da Silva foi condenado em 46 anos e 5 meses de reclusão em regime inicial fechado, bem como ao pagamento de 291 dias-multa, no valor unitário de 1/30 avos do salário mínimo vigente, também, ao tempo do fato.

Entenda o caso

Os crimes ocorreram na noite do dia 10 de novembro de 2017, em Corumbá. Os réus Diego Antonio da Silva e Rita de Kassia Ledesma Ferreira premeditaram a morte das vítimas Paulo Mariano Pinto e Marilene Ledesma Ferreira. Enquanto as vítimas dormiam, Rita facilitou a entrada de Diego na casa que assassinou as vítimas com facadas e golpes com uma barra de ferro. Após os assassinatos, ambos os réus ainda permaneceram por alguns dias na casa com os corpos enrolados em cobertores, sendo posteriormente enterrados no terreno. Na sequência, venderam alguns bens da residência e com o dinheiro arrecadado viajaram para Chapadão do Sul, onde foram capturados pela polícia, embora a intenção fosse de mudarem para o Estado do Piauí.

 

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